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Comparação de Polias fabricadas em Nylon e Alumínio

Em virtude de frequentes dúvidas de nossos clientes, resolvemos traduzir um artigo para explicar a diferença de materiais.


Em todas as aplicações onde existam polias motoras, movidas ou polias paradas, engenheiros e projetistas precisam considerar as propriedades das matérias primas usadas na fabricação das polias antes de finalizarem os projetos. Nylon e Aluminio são os dois tipos mais usados na fabricação de polias sincronizadas. Ambos materiais tem suas vantagens e desvantagens dependendo da aplicação.


Polias de Nylon são mais leves, oferecendo um excelente controle de inércia e por sua vez aumentando a economia de energia. Estas polias apresentam boas características de desgaste, resistência a química, economia de custo de material e não apresentam problemas de oxidação.


Polias Sincronizadas de Alumínio também são consideradas leves, porém mais pesadas do que o Nylon. Polias em Alumínio tem um moderado controle de inércia e apresentam boas características: São duráveis, mas podem apresentar problemas de oxidação se não forem tratadas com anodização ou se não forem revestidas.


Aditivos para o Nylon podem dar para o usuário final, propriedades necessárias incluindo material UL94-V0 retardo no aquecimento, FDA e RoHS compatíveis ou não condutor para processos estáticos sensíveis. Depende da aplicação, as tenções do Nylon podem serem menores do que o Aluminio ou aço. É sempre mais eficiente para acionamentos de baixa potencia.

Para projetos onde Polias Sincronizadas podem ter temperaturas exedendo 120 graus Celsius (250 graus Fahrenheit), polias de Nylon são mecanicamente possíveis de serem usadas, mas quando chegam a uma certa temperatura, possíveis alterações no material é possível. A maioria das correias tem a recomendação de trabalhar com o máximo de 82 graus Celsius (180 graus Fahrenheit). Para economia, Polias em Nylon podem ser mais atrativas. Em altas temperaturas, Polias em Aluminio será a melhor escolha. Em ambos os casos, o fator limitador será a temperatura da correia escolhida se quebrar.


Nylon é pouco menos de 2,5 vezes mais leve que o Aluminio quando comparado em matéria prima. Mas quando as Polias Sincronizadas são devidamente projetadas, o Nylon pode ser até 5 vezes mais leve que o Aluminio e ainda capaz de atingir o mesmo torque e mesma velocidade.


Como isso é possível? Assim como a maioria das rodas dos carros em Aluminio tem de 4 a 6 furos para economizar na matéria prima e fazer com que as rodas fiquem mais leves sem comprometer performance, balanceamento e deformação, o mesmo princípio é aplicado quando as polias são projetadas e modeladas no Nylon.


A gama de Polias e Correias são projetadas para que tenham força, economia de material e economia de custos. Para alguns perfis de Polias em Nylon, o Alumínio é usado para eliminar deflexões, aumentar a força e minimizar o potencial de deformação durante o ciclo de resfriamento. Polias em Nylon podem ser fornecidas inteiras em Nylon ou fazendo um anel no Nylon e fixando uma bucha em Alumínio, Aço ou Bronze no furo deixando-a solida como Alumínio ou polia de aço.


Ambas polias Nylon ou Aluminio podem serem fabricadas com um ou dois rebaixos no cubo para fixar os rolamentos. Em ambos os casos podem serem fabricados com uma ou duas flanges a fim de evitar que a correia se desloque. Em ambos os casos de Nylon ou Aluminio, as Polias podem existir a necessidade de haver dois números de dentes diferentes uma da outra, deixando-a uma Polia Dupla, sendo fixa através de uma bucha.


Acompanhando a evolução, eficiência e economia de custos, no ramo automotivo e nas indústrias em geral são muito comuns de encontrar Polias de plástico em diversos equipamentos, por exemplo: cortadores de grama ou em serras de mesa. As indústrias plásticas tiveram uma grande evolução nos últimos 20 anos. Novos aditivos, novas fibras foram lançadas a fim de manter, e as vezes até melhorar as características de uma polia fabricada em algum tipo de metal.


Extraído de http://ezinearticles.com/expert/Tom_Cartwright/309344 - Traduzido por Luis Carlos Merati